sexta-feira, 27 de março de 2009

Pianuts - entrevista (Rafael Arke)

Rafael Arke da Banda paraense Pianuts, nos cede uma entrevista respondendo às nossas
perguntas de forma direta, sem tempo pra embolação. Infelizmente foi preciso cortar
alguns pedaços da entrevista, mas comentaremos sobre isso numa próxima edição,
aguardem!


Dead Flowers: Poucas coisas nos fazem viver ou morrer por elas. A música está presente em suas vidas em que intensidade e até que ponto a letra reflete em suas vidas, tal qual a melodia?
Rafael: A minha vida é a música e as letras são estas vivências, que transformamos em melodia.

Dead Flowers: A banda Pianuts participa de diversos festivais dentro de Belém, agora surge uma oportunidade de estarem se apresentando no WoodGothic, festival que se realiza em São Tomé das Letras – MG. Como foi para vocês receber o convite?
Rafael: O Dennis Monteiro da 80’s records entrou em contato com a banda e falou da possibilidade de uma apresentação de no Festival WoodGothic2, posteriormente o contato foi repassado para a produção executiva do Festival WoodGoth. Infelizmente não houve um acordo satisfatório sobre as necessidades e as demandas básicas da banda. Por isso, devido à nossa localização geográfica não nos apresentaremos nesse festival.

Dead Flowers: De inicio a banda se chamava Peanuts, posteriormente o nome foi alterado para Pianuts. Conte-nos o por quê dessa mudança.
Rafael: Em 2003, quando começamos a ganhar notoriedade na cena local e nacional, fomos contactados por um escritório de títulos e marcas registradas via e-mail dizendo que o nome Peanuts era homônimo à obra de Charles Chlutz, criador da tira de jornal e do desenho que aqui no Brasil foi popularmente conhecido como Snoop. Então a saída que encontramos foi um trocadilho tirando a letra “e” e colocando a letra “i”, ficou PIANUTS que já tem registro e patente.

Dead Flowers: O nome Pianuts está ganhando uma repercussão maior na cena brasileira, estão com uma apresentação agendada num programa de TV online, o lançamento do CD em São Paulo, dentre outras apresentações. Fale um pouco sobre como está ocorrendo todo esse “processo evolutivo” para a banda.
Rafael: Normalmente, já que é a construção de um trabalho de sete anos.

Dead Flowers:Falando sobre o lançamento do CD, em São Paulo ele será lançado no final de julho. E no resto do Brasil como será a distribuição do CD?
Rafael: A distribuição nacional será feita pelos selos 80’s records de São Paulo e Na records de Belém.

Dead Flowers: O CD será lançado em São Paulo pela 80’s Records, com shows no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Já temos datas e locais confirmados para o mesmo?
Rafael: Existem vários acordos verbais bem amadurecidos, contratos a serem assinados, no entanto ainda não há data pré-definida.

Dead Flowers: Houve uma troca de bateristas recentemente. A demo lançado pela Ná Figueredo Records, conta com a atuação do novo baterista Nilton Zaith? Como ocorreu esta troca de membros?
Rafael: A demos que deu essa repercussão nacional não foi gravada nem pelo Perseu nem pelo Nilton e sim pelo João Gonsalves, hoje guitarrista de uma banda chamada Zueira de Fumanchú. Nosso trabalho precisa de identificação por parte dos bateristas que geralmente são um problema. rsrsrs

Dead Flowers: Como é para cada um de vocês sentar e ouvir a própria música? Deve ser realmente satisfatório ouvi-las, afinal é o trabalho de vocês.
Rafael: É aquela velha história, você ensaia tanto e no estúdio são tantas horas para registrar fonográficamente... Bem, é satisfatório de fato tocá-las ao vivo e ver a areação do público, isso nos dá um praser imenso! É como um gozo, efêmero como a vida.

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